<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel>
    <title>Blog | FORMAN Medicina</title>
    <link>https://formanmedicina.com.br/blog</link>
    <atom:link href="https://formanmedicina.com.br/blog/rss.xml" rel="self" type="application/rss+xml" />
    <description>Saúde sexual, hormonal e metabólica explicadas por quem trata. Todo artigo com autoria e revisão médica identificadas.</description>
    <language>pt-BR</language>
    <lastBuildDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</lastBuildDate>
    <copyright>FORMAN Medicina Masculina</copyright>
    <item>
      <title>Antiaging não é estética: o que a medicina da longevidade realmente trata</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/antiaging-o-que-e-de-fato</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/antiaging-o-que-e-de-fato</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Antiaging e longevidade</category>
      <category>Longevidade</category>
      <category>Prevenção</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>É a área que se ocupa de preservar capacidade funcional ao longo do envelhecimento — o que a literatura chama de healthspan, ou tempo de vida com saúde, em oposição a lifespan, o tempo de vida total. Na prática clínica, isso significa agir sobre os fatores que determinam autonomia na velhice: massa e força muscular, condicionamento cardiorrespiratório, controle pressórico e glicêmico, sono, composição corporal e função cognitiva. Não é sinônimo de procedimento estético nem de reposição hormonal indiscriminada.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Balança de casa ou bioimpedância de clínica: no que confiar</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/balanca-de-casa-ou-bioimpedancia-de-clinica</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/balanca-de-casa-ou-bioimpedancia-de-clinica</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Bioimpedância</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Ela é útil para acompanhar tendência pessoal, se usada sempre nas mesmas condições, e imprecisa como valor absoluto. A razão é física: a maioria dos modelos domésticos passa a corrente apenas pelos pés, então ela percorre as pernas e retorna sem atravessar o tronco — justamente onde está a gordura que mais importa para risco metabólico. Aparelhos de clínica com eletrodos nas mãos e nos pés atravessam o corpo inteiro e estimam a distribuição com mais fidelidade.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Barriga que não sai: por que o peso cai e ela continua ali</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/barriga-que-nao-sai</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/barriga-que-nao-sai</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Definição corporal</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Porque a gordura abdominal responde a fatores que a restrição calórica sozinha não corrige. Os quatro mais frequentes são: perda de massa magra durante o emagrecimento, que muda a proporção do corpo sem reduzir a cintura; distribuição individual de gordura, determinada em boa parte por genética e por perfil hormonal; retenção e distensão abdominal, que não são gordura; e resistência à insulina, que favorece o acúmulo justamente nessa região. Exercício abdominal localizado não reduz gordura da região.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Bioimpedância ou DEXA: em qual medida confiar</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/bioimpedancia-ou-dexa</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/bioimpedancia-ou-dexa</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Bioimpedância</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>A densitometria por dupla emissão de raios X, a DEXA, é considerada o método de referência clínica mais acessível para composição corporal e distingue massa óssea, massa magra e gordura com boa precisão. A bioimpedância estima a composição a partir da resistência que o corpo oferece a uma corrente elétrica de baixa intensidade e é mais sensível a hidratação, alimentação e horário. Para acompanhar tendência ao longo do tempo, com medições padronizadas, a bioimpedância é adequada e prática; para um valor absoluto de referência, a DEXA é mais precisa.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Check-up completo ou exames direcionados: qual faz sentido</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/check-up-completo-ou-direcionado</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/check-up-completo-ou-direcionado</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Check-up</category>
      <category>Prevenção</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <category>Evidência e mitos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Exames direcionados pelo risco individual são superiores a um painel amplo pedido sem critério. A razão é que todo exame tem taxa de falso positivo, e pedir muitos exames em pessoa sem sintoma aumenta a chance de encontrar algo que não teria causado problema — o que desencadeia investigações, procedimentos e ansiedade sem ganho de saúde. Um check-up bem feito começa por idade, histórico familiar, hábitos e sintomas, e a partir daí escolhe o que pedir.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Creatina ou whey: por onde começar</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/creatina-ou-whey</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/creatina-ou-whey</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Hipertrofia com acompanhamento médico</category>
      <category>Nutrição</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <category>Treino</category>
      <dc:creator>Dra. Juliana Chevrand</dc:creator>
      <description>Se a sua alimentação já entrega proteína suficiente ao longo do dia, comece pela creatina monoidratada: ela melhora o desempenho em esforços curtos e intensos, o que aumenta o estímulo acumulado de treino ao longo dos meses, e é o suplemento mais estudado e mais barato do esporte. Se você não consegue atingir a meta proteica pela comida, o whey resolve um problema que a creatina não resolve. Eles não competem — resolvem coisas diferentes.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Estrogênio oral ou transdérmico: por que a via muda o risco</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/estrogenio-oral-ou-transdermico</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/estrogenio-oral-ou-transdermico</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Reposição hormonal feminina</category>
      <category>Saúde da mulher</category>
      <category>Menopausa</category>
      <category>Saúde hormonal</category>
      <category>Segurança e efeitos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>A diferença central é o primeiro passe hepático. O estrogênio tomado por via oral é absorvido pelo intestino e passa pelo fígado antes de chegar à circulação, onde estimula a produção de fatores de coagulação; a via transdérmica — adesivo ou gel — entra direto na circulação e não produz esse efeito. Por isso o risco de trombose venosa associado à via transdérmica é menor, e ela costuma ser preferida em mulheres com sobrepeso, histórico familiar de trombose ou outros fatores de risco. Ambas tratam bem os sintomas.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Exercício e pressão, glicemia e colesterol: o que muda de fato</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/exercicio-pressao-glicemia-colesterol</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/exercicio-pressao-glicemia-colesterol</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Educação física</category>
      <category>Treino</category>
      <category>Prevenção</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Abaixa, e o efeito é mensurável. Programas regulares de exercício aeróbico se associam a reduções de pressão arterial sistólica na ordem de alguns milímetros de mercúrio em pessoas hipertensas, com efeito adicional do treino resistido. Sobre a glicemia, o exercício melhora a sensibilidade à insulina já nas primeiras sessões e reduz a hemoglobina glicada em pessoas com diabetes tipo 2. Isso não substitui medicação já indicada — soma-se a ela.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Idade biológica: o que esses exames realmente dizem</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/idade-biologica-exames</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/idade-biologica-exames</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Antiaging e longevidade</category>
      <category>Longevidade</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Os relógios epigenéticos são ferramentas de pesquisa consolidadas para estudar envelhecimento em populações, mas o uso individual tem limitações relevantes: versões diferentes devolvem resultados diferentes para a mesma pessoa, a reprodutibilidade entre coletas é imperfeita, e não há conduta clínica estabelecida a partir do número. Marcadores funcionais simples — força de preensão, capacidade cardiorrespiratória, velocidade de marcha, composição corporal — preveem desfechos com evidência mais sólida e custam menos.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Jejum intermitente: o que ele resolve, e o que não resolve</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/jejum-intermitente-funciona</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/jejum-intermitente-funciona</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Nutrição clínica</category>
      <category>Nutrição</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <dc:creator>Dra. Juliana Chevrand</dc:creator>
      <description>Nas revisões que comparam jejum intermitente com restrição calórica contínua equiparada em calorias, a perda de peso é semelhante entre os dois. O jejum não demonstrou vantagem metabólica independente do déficit calórico que ele produz. O que ele oferece é um formato: para quem tem dificuldade de controlar porção ao longo do dia, restringir a janela de alimentação pode ser mais simples de sustentar do que contar cada refeição.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Musculação ou aeróbico: qual emagrece mais</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/musculacao-ou-aerobico-para-emagrecer</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/musculacao-ou-aerobico-para-emagrecer</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Emagrecimento com acompanhamento médico</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <category>Treino</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Por sessão, o exercício aeróbico gasta mais calorias e produz maior déficit imediato. Ao longo de um processo de emagrecimento, porém, o treino de força é o que preserva massa magra — e preservar massa magra é o que faz a perda de peso virar perda de gordura em vez de encolhimento geral. A combinação supera qualquer um isolado, e o que decide o resultado final continua sendo o déficit calórico sustentado pela alimentação.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ondas de choque: como é a sessão, quantas são e o que esperar de cada fase</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/ondas-de-choque-como-e-a-sessao</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/ondas-de-choque-como-e-a-sessao</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Ondas de choque</category>
      <category>Procedimentos</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>A sessão é ambulatorial, não exige anestesia nem preparo especial e costuma durar de quinze a vinte minutos. Um aplicador é posicionado em pontos definidos do pênis e libera ondas acústicas de baixa intensidade, com sensação de leve batida ou formigamento, sem dor significativa. Os protocolos publicados variam bastante, mas a maior parte prevê entre seis e doze sessões, geralmente duas por semana, e a resposta, quando ocorre, costuma se manifestar ao longo de semanas após o fim do ciclo.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ondas de choque ou medicação: como se decide na disfunção erétil</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/ondas-de-choque-ou-medicacao</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/ondas-de-choque-ou-medicacao</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Ondas de choque</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Procedimentos</category>
      <category>Medicamentos</category>
      <category>Evidência e mitos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>São abordagens de natureza diferente e a comparação direta engana. Os inibidores de fosfodiesterase agem no momento da relação, têm eficácia bem estabelecida e são a primeira linha na maioria das diretrizes. A terapia por ondas de choque de baixa intensidade propõe atuar sobre a circulação local, com efeito que se constrói em semanas: a diretriz europeia admite oferecê-la em disfunção vascular leve a moderada, e a americana a classifica como investigacional. Na prática clínica, elas costumam ser complementares.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ondas de choque: quem é candidato, e quem não é</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/ondas-de-choque-quem-e-candidato</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/ondas-de-choque-quem-e-candidato</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Ondas de choque</category>
      <category>Procedimentos</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Evidência e mitos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>O perfil que mais se beneficia nas revisões disponíveis é o de disfunção erétil de origem vascular, de grau leve a moderado, em pessoas que respondem parcialmente aos medicamentos orais. A diretriz europeia considera que a terapia pode ser oferecida nesse cenário; a diretriz americana a classifica como investigacional e recomenda que seja conduzida em contexto de pesquisa. Não é indicada para disfunção de causa predominantemente psicogênica nem para quadros graves, em que outras condutas têm resultado mais previsível.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Peptídeos: o que tem evidência, e o que é promessa de internet</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/peptideos-o-que-tem-evidencia</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/peptideos-o-que-tem-evidencia</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Peptídeos</category>
      <category>Medicamentos</category>
      <category>GLP-1</category>
      <category>Evidência e mitos</category>
      <category>Segurança e efeitos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Depende inteiramente de qual peptídeo, e a pergunta assim formulada não tem resposta útil. Alguns são medicamentos com registro sanitário, ensaios clínicos e indicação aprovada — é o caso dos análogos de GLP-1 para diabetes tipo 2 e obesidade. Outros são substâncias sem registro para uso humano, comercializadas com apelo de recuperação, emagrecimento ou performance, cuja evidência em humanos é limitada ou inexistente. A palavra é a mesma; a categoria regulatória e o risco, não.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Percentual de gordura: qual é o número saudável, e por que a faixa muda</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/percentual-de-gordura-ideal</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/percentual-de-gordura-ideal</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Definição corporal</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Não há um valor único. As faixas de referência usadas na prática ficam em torno de 10 a 20 por cento para homens adultos e de 18 a 28 por cento para mulheres adultas, subindo alguns pontos com o avanço da idade. Percentuais muito baixos não são sinônimo de mais saúde e trazem risco próprio, sobretudo em mulheres. Além do percentual, importa a distribuição da gordura — a gordura abdominal tem associação mais forte com risco metabólico que a gordura total.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Quanta proteína por dia: por que a recomendação da tabela ficou para trás</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/quanta-proteina-por-dia</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/quanta-proteina-por-dia</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Nutrição clínica</category>
      <category>Nutrição</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <dc:creator>Dra. Juliana Chevrand</dc:creator>
      <description>A recomendação clássica de 0,8 g por quilo de peso ao dia é o mínimo para evitar deficiência em adultos saudáveis, não o valor ideal para preservar massa muscular. Para quem treina força, está emagrecendo ou passou dos 50 anos, a literatura converge para algo entre 1,2 e 1,6 g/kg ao dia, podendo chegar a 2,0 g/kg em quem faz treino resistido com objetivo de ganho de massa. A distribuição ao longo do dia também conta, não só o total.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Quanto exercício por semana: o número das diretrizes, e o que fazer se ele parecer inatingível</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/quanto-exercicio-por-semana</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/quanto-exercicio-por-semana</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Educação física</category>
      <category>Treino</category>
      <category>Prevenção</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>As diretrizes da Organização Mundial da Saúde recomendam, para adultos, de 150 a 300 minutos semanais de atividade aeróbica de intensidade moderada, ou de 75 a 150 minutos de intensidade vigorosa, ou uma combinação equivalente das duas. A elas soma-se uma segunda recomendação frequentemente ignorada: atividades de fortalecimento muscular em pelo menos dois dias por semana, envolvendo os principais grupos musculares.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Quanto tempo leva para ganhar massa muscular de verdade</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/quanto-tempo-para-ganhar-massa</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/quanto-tempo-para-ganhar-massa</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Hipertrofia com acompanhamento médico</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <category>Treino</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Ganhos de força aparecem nas primeiras semanas de treino e decorrem principalmente de adaptação neural, não de músculo novo. O aumento mensurável de massa muscular costuma tornar-se perceptível a partir de seis a doze semanas de treino consistente. O ritmo é maior em iniciantes e desacelera com o tempo de treino: a ordem de grandeza que a literatura sugere vai de algo próximo a um por cento do peso corporal por mês no primeiro ano para frações bem menores nos anos seguintes.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Reposição hormonal na menopausa: o que mudou desde o estudo que assustou uma geração</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/reposicao-hormonal-menopausa</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/reposicao-hormonal-menopausa</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Reposição hormonal feminina</category>
      <category>Saúde da mulher</category>
      <category>Menopausa</category>
      <category>Saúde hormonal</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Depende de quando se começa e de quem começa. Para mulheres com sintomas incômodos, com menos de 60 anos ou dentro dos dez primeiros anos após a menopausa e sem contraindicação, as principais sociedades médicas consideram que o benefício supera o risco. O que mudou desde 2002 não foram os dados, foi a leitura deles: o risco encontrado no estudo original concentrava-se em mulheres que iniciaram a terapia muito depois da menopausa, com idade média de 63 anos.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Sintomas da perimenopausa: o que é hormonal e o que não é</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/sintomas-perimenopausa</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/sintomas-perimenopausa</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Reposição hormonal feminina</category>
      <category>Saúde da mulher</category>
      <category>Menopausa</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>O diagnóstico da perimenopausa é clínico, não laboratorial: baseia-se na mudança do padrão menstrual associada a sintomas como ondas de calor, alteração do sono, oscilação de humor e ressecamento vaginal, tipicamente a partir dos quarenta anos. Dosar FSH nessa fase costuma confundir mais do que ajudar, porque o hormônio oscila de um ciclo para outro e um valor normal não exclui a transição.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Sono, hormônio e envelhecimento: o eixo que quase ninguém mede</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/sono-hormonio-envelhecimento</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/sono-hormonio-envelhecimento</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Antiaging e longevidade</category>
      <category>Longevidade</category>
      <category>Sono</category>
      <category>Testosterona</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Reduz. Em estudo controlado, homens jovens e saudáveis submetidos a uma semana de restrição de sono para cerca de cinco horas por noite apresentaram queda expressiva da testosterona diurna, com magnitude comparável ao envelhecimento de dez a quinze anos. A privação de sono também piora a sensibilidade à insulina e altera os hormônios que regulam apetite e saciedade, o que a torna uma variável relevante antes de investigar sintomas hormonais e metabólicos.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Suplementos para hipertrofia: os que têm evidência, e os que não têm</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/suplementos-para-hipertrofia</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/suplementos-para-hipertrofia</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Hipertrofia com acompanhamento médico</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <category>Nutrição</category>
      <dc:creator>Dra. Juliana Chevrand</dc:creator>
      <description>Dois se sustentam com consistência na literatura: creatina monoidratada, que aumenta desempenho em esforços curtos e intensos e, por consequência, o estímulo de treino, e proteína suplementar, que ajuda a atingir a meta diária quando a alimentação não chega lá. Cafeína tem efeito sobre desempenho agudo. A maior parte dos demais produtos vendidos com apelo de hipertrofia não tem evidência que justifique o custo, e nenhum substitui treino progressivo, proteína suficiente e sono.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Testosterona em mulheres: para que serve, e quando não é indicada</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/testosterona-em-mulheres</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/testosterona-em-mulheres</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Reposição hormonal feminina</category>
      <category>Saúde da mulher</category>
      <category>Testosterona</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Pode, mas com uma indicação específica. O consenso global sobre o tema reconhece uma única indicação baseada em evidência: o transtorno do desejo sexual hipoativo em mulheres na pós-menopausa, depois de avaliadas e excluídas outras causas. Para fadiga, humor, cognição, massa óssea ou desempenho, os dados disponíveis não sustentam a indicação — e a dose deve sempre manter a testosterona dentro da faixa fisiológica feminina.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Treinar em jejum ou alimentado: o que muda de verdade</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/treinar-em-jejum-ou-alimentado</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/treinar-em-jejum-ou-alimentado</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Educação física</category>
      <category>Treino</category>
      <category>Nutrição</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <category>Evidência e mitos</category>
      <dc:creator>Dra. Juliana Chevrand</dc:creator>
      <description>Durante a sessão, sim: em jejum o corpo usa proporcionalmente mais gordura como combustível. Ao longo de semanas, porém, os ensaios que compararam treino em jejum com treino alimentado, mantendo as calorias do dia equiparadas, não encontraram diferença relevante na perda de gordura. O balanço energético de 24 horas é o que decide. Para treino de força ou de alta intensidade, treinar alimentado tende a permitir mais volume e melhor desempenho.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Treino de força depois dos 40: por que virou prioridade clínica</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/treino-de-forca-depois-dos-40</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/treino-de-forca-depois-dos-40</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Educação física</category>
      <category>Treino</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <category>Longevidade</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>A partir da terceira década de vida a massa muscular começa a diminuir de forma progressiva, e a perda acelera depois dos 60. O treino resistido é o estímulo mais eficaz para conter e reverter esse processo, e seus efeitos vão além do músculo: melhora da sensibilidade à insulina, preservação de densidade óssea, redução do risco de queda e manutenção da autonomia funcional. É por isso que as diretrizes de atividade física passaram a recomendá-lo explicitamente, e não como complemento opcional do aeróbico.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ultraprocessados: por que a classificação importa mais do que a caloria</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/ultraprocessados-o-que-sao</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/ultraprocessados-o-que-sao</guid>
      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Nutrição clínica</category>
      <category>Nutrição</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <dc:creator>Dra. Juliana Chevrand</dc:creator>
      <description>Ultraprocessados são formulações industriais feitas majoritariamente de substâncias extraídas de alimentos, aditivos e ingredientes de uso exclusivamente industrial, com pouca ou nenhuma presença do alimento inteiro. A classificação NOVA, criada por pesquisadores brasileiros e adotada pelo Guia Alimentar do Ministério da Saúde, separa esse grupo de alimentos in natura, ingredientes culinários e alimentos processados — e a distinção tem consequência prática sobre quanto se come.</description>
    </item>
    <item>
      <title>O que um check-up não detecta</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/check-up-o-que-nao-detecta</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/check-up-o-que-nao-detecta</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Check-up</category>
      <category>Prevenção</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Não. O rastreamento cobre um conjunto limitado de condições — aquelas em que detectar cedo comprovadamente muda o desfecho e existe um teste com desempenho aceitável. Ficam de fora a maior parte dos cânceres sem rastreamento estabelecido, eventos cardiovasculares agudos em pessoas com exames normais, boa parte dos quadros de saúde mental, dor e disfunções que nenhum exame mede, e doenças em fase inicial abaixo do limite de detecção. Exame normal reduz probabilidade; não substitui a avaliação de um sintoma novo.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Check-up masculino: quais exames fazer aos 30, 40 e 50 anos</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/check-up-quais-exames-por-idade</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/check-up-quais-exames-por-idade</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Check-up</category>
      <category>Prevenção</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Aos 30, o foco é a linha de base metabólica e cardiovascular: pressão, glicemia, perfil lipídico, função renal e hepática, hemograma e avaliação de peso e composição corporal. Aos 40, entram a estratificação formal de risco cardiovascular e, a partir dos 45, o rastreamento colorretal. Aos 50, soma-se a discussão sobre rastreamento prostático, antecipada para 45 quando há histórico familiar ou ascendência negra. Em todas as faixas, histórico familiar e sintomas mudam a lista.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como ler o resultado da bioimpedância</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/como-ler-o-resultado-da-bioimpedancia</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/como-ler-o-resultado-da-bioimpedancia</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Bioimpedância</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Os principais são massa magra, massa gorda, percentual de gordura, água corporal total, estimativa de gordura visceral e taxa metabólica basal. Massa magra e percentual de gordura são os que orientam conduta, mas nenhum deles deve ser lido isoladamente: o método estima a composição a partir da condução elétrica, e o estado de hidratação influencia todos os valores. A leitura útil é a comparação entre medições feitas nas mesmas condições — a direção da mudança, não o número de um dia.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como se preparar para a bioimpedância</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/como-se-preparar-para-a-bioimpedancia</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/como-se-preparar-para-a-bioimpedancia</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Bioimpedância</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>As orientações usuais são: evitar exercício intenso nas 12 horas anteriores, não consumir álcool nas 24 horas anteriores, evitar cafeína no dia, estar bem hidratado sem ter bebido grande volume imediatamente antes, fazer o exame com bexiga vazia, retirar objetos metálicos e, quando possível, manter jejum de algumas horas. Mais importante do que qualquer item isolado é repetir sempre as mesmas condições, no mesmo aparelho e no mesmo horário — porque o valor do exame está na comparação ao longo do tempo.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como perder gordura sem perder músculo</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/definicao-sem-perder-musculo</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/definicao-sem-perder-musculo</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Definição corporal</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <category>Treino</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Quatro fatores decidem: déficit calórico moderado em vez de agressivo, ingestão de proteína alta e bem distribuída, treino de força mantido com progressão de carga, e sono suficiente. Com esses quatro em ordem, a maior parte do peso perdido vem de gordura. Sem eles — sobretudo com déficit severo, pouca proteína e só exercício aeróbico — uma parcela relevante da perda vem de massa magra, o que reduz o gasto energético e favorece o reganho.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ejaculação precoce é para sempre?</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/ejaculacao-precoce-e-para-sempre</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/ejaculacao-precoce-e-para-sempre</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Ejaculação precoce</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Depende da forma. Na forma adquirida — que aparece depois de um período de vida sexual sem queixa — quase sempre há um gatilho identificável, e tratá-lo costuma resolver o quadro de forma duradoura. Na forma que existe desde a primeira relação, o mais realista é falar em controle consistente, alcançável na maioria dos casos com a combinação de abordagem comportamental e medicamentosa, ainda que parte das pessoas mantenha algum tipo de tratamento de manutenção.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ejaculação precoce: o que é e o que não é</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/ejaculacao-precoce-o-que-e</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/ejaculacao-precoce-o-que-e</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Ejaculação precoce</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Três critérios precisam estar presentes ao mesmo tempo: ejaculação que ocorre sempre ou quase sempre em um intervalo muito curto após a penetração, incapacidade percebida de retardá-la, e sofrimento pessoal ou dificuldade de relacionamento em consequência disso. Tempo curto isolado, sem falta de controle e sem incômodo, não é diagnóstico — é variação. Por isso o cronômetro sozinho erra nos dois sentidos: rotula quem não tem a condição e tranquiliza quem tem.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Dá para ganhar massa muscular depois dos 40?</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/hipertrofia-depois-dos-40</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/hipertrofia-depois-dos-40</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Hipertrofia com acompanhamento médico</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <category>Treino</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Sim. A capacidade de hipertrofia é preservada, e estudos com treino de força em adultos de meia-idade e idosos mostram ganhos consistentes de massa e de força. O que muda é a eficiência: a resposta anabólica à proteína fica reduzida, a recuperação entre sessões é mais lenta e a perda muscular associada à idade compete com o ganho. Isso não impede resultado — exige mais proteína, progressão real de carga, sono suficiente e mais atenção a hormônios, tireoide e medicações em uso.</description>
    </item>
    <item>
      <title>As fases da doença de Peyronie e por que elas mudam o tratamento</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/peyronie-fases-da-doenca</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/peyronie-fases-da-doenca</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Doença de Peyronie</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>São duas. A fase aguda, ou inflamatória, dura em média de seis a dezoito meses: há dor, a curvatura ainda está mudando e a placa fibrosa está em formação. A fase crônica, ou estável, é quando a dor cessou e a deformidade não muda há pelo menos três a seis meses. A distinção não é acadêmica: opções clínicas e injetáveis são consideradas sobretudo enquanto o quadro evolui, e a cirurgia só é indicada depois da estabilização.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Peyronie: quando a cirurgia é realmente indicada</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/peyronie-quando-operar</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/peyronie-quando-operar</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Doença de Peyronie</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Procedimentos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Quando três condições estão presentes: o quadro está estável há pelo menos três a seis meses, a deformidade compromete de fato a relação sexual, e as opções não cirúrgicas foram consideradas ou falharam. A técnica escolhida depende do grau da curvatura, do comprimento peniano e, sobretudo, da função erétil — que é o fator que mais direciona a decisão. Operar antes da estabilização é operar um quadro que ainda vai mudar.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Peyronie tem tratamento sem cirurgia?</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/peyronie-tratamento-sem-cirurgia</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/peyronie-tratamento-sem-cirurgia</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Doença de Peyronie</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Medicamentos</category>
      <category>Procedimentos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Existe, e atende boa parte dos pacientes. As opções não cirúrgicas com maior respaldo são a terapia de tração peniana, o tratamento injetável intralesional aplicado por profissional e, para dor, a terapia por ondas de choque. Medicações orais têm respaldo fraco e as diretrizes desencorajam várias delas. Nenhuma opção não cirúrgica corrige curvaturas graves — o realista é redução parcial da deformidade, alívio da dor e preservação da função.</description>
    </item>
    <item>
      <title>PSA: quando começar a fazer e o que o resultado significa</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/psa-quando-comecar</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/psa-quando-comecar</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Check-up</category>
      <category>Prevenção</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>A recomendação predominante é iniciar a discussão sobre rastreamento prostático por volta dos 50 anos para homens com risco habitual, e antes — em torno dos 45 — para quem tem histórico familiar de câncer de próstata em parente de primeiro grau ou é de ascendência negra. A palavra importante é discussão: as diretrizes tratam o rastreamento como decisão compartilhada entre médico e paciente, porque ele traz benefício em mortalidade e também risco de diagnóstico e tratamento excessivos.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Técnicas comportamentais para ejaculação precoce: o que tem evidência</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/tecnicas-comportamentais-ejaculacao-precoce</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/tecnicas-comportamentais-ejaculacao-precoce</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Ejaculação precoce</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Medicamentos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Funcionam, com duas ressalvas honestas. A evidência mostra ganho de tempo e, principalmente, ganho de percepção de controle — que é o desfecho que mais reduz o sofrimento. Mas o efeito costuma ser menor do que o de medicação nos ensaios de curto prazo, e depende de prática consistente por semanas. O melhor resultado da literatura é a combinação: técnica comportamental somada a tratamento medicamentoso supera qualquer uma das duas isolada.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Remédio para ejaculação precoce: o que existe e como funciona</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/tratamento-medicamentoso-ejaculacao-precoce</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/tratamento-medicamentoso-ejaculacao-precoce</guid>
      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Ejaculação precoce</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Medicamentos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Não há uma resposta única. As opções com evidência são a dapoxetina, um inibidor de recaptação de serotonina de ação curta usado sob demanda; antidepressivos da mesma classe usados de forma contínua e off-label para esse fim; anestésicos tópicos aplicados antes da relação; e, quando há disfunção erétil associada, inibidores de PDE5 como parte do plano. A escolha depende da forma do quadro, da frequência das relações e das condições associadas — e nenhuma dessas medicações deve ser usada sem prescrição e avaliação.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Como ler seu exame de testosterona</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/como-ler-exame-testosterona</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/como-ler-exame-testosterona</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Reposição hormonal masculina</category>
      <category>Saúde hormonal</category>
      <category>Testosterona</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Comece pela testosterona total, colhida pela manhã e em jejum — valores abaixo de cerca de 300 ng/dL, confirmados em uma segunda coleta e acompanhados de sintomas, sustentam o diagnóstico. Mas o total pode enganar quando a SHBG está alterada, o que é comum na obesidade e no envelhecimento; nesses casos a fração livre orienta melhor. LH e FSH dizem se o problema é no testículo ou no comando central, e essa distinção muda o tratamento.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Disfunção erétil aos 30, 40 e 50 anos: o que muda em cada idade</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/disfuncao-eretil-30-40-50-anos</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/disfuncao-eretil-30-40-50-anos</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Disfunção erétil</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Prevenção</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Não. Aos 30, o fator predominante costuma ser funcional — ansiedade de desempenho, sono ruim, álcool, medicamentos, uso de anabolizantes. A partir dos 40, cresce o peso vascular e metabólico, e a queixa passa a funcionar como sinal precoce de doença cardiovascular. A idade em que o problema apareceu é, por si só, informação clínica.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Disfunção erétil, diabetes e pressão alta: a conexão que quase ninguém explica</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/disfuncao-eretil-diabetes-pressao</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/disfuncao-eretil-diabetes-pressao</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Disfunção erétil</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <category>Prevenção</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Sim, e por um mecanismo comum: as duas condições danificam o endotélio, a camada interna dos vasos que comanda a dilatação arterial. Como as artérias do pênis têm calibre bem menor que as coronárias, elas dão sinal antes — o que faz a disfunção erétil funcionar como marcador precoce de doença cardiovascular, num intervalo que a literatura descreve na casa de dois a cinco anos.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Disfunção erétil é psicológica? O que separa uma coisa da outra</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/disfuncao-eretil-e-psicologica</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/disfuncao-eretil-e-psicologica</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Disfunção erétil</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Exames e resultados</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Quatro sinais orientam antes de qualquer exame: se as ereções matinais continuam acontecendo, se o início foi súbito ou gradual, se o problema é situacional ou acontece em qualquer contexto, e se existe algum fator de risco vascular. Início súbito, ereção matinal preservada e falha só em determinadas situações apontam para causa funcional. Mas a divisão raramente é limpa: um componente costuma alimentar o outro.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Efeitos colaterais do GLP-1: o que é esperado e o que é sinal de alerta</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/efeitos-colaterais-glp1</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/efeitos-colaterais-glp1</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Peptídeos</category>
      <category>GLP-1</category>
      <category>Medicamentos</category>
      <category>Segurança e efeitos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Os mais comuns são digestivos — náusea, vômito, diarreia, constipação e dor abdominal —, mais intensos no início e a cada aumento de dose, e tendem a reduzir com o tempo. Exigem avaliação imediata: dor abdominal intensa e persistente, principalmente irradiando para as costas, vômitos que impedem a hidratação, sinais de desidratação e dor no quadrante superior direito com febre ou icterícia.</description>
    </item>
    <item>
      <title>GLP-1 sem receita: por que o atalho cobra caro</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/glp1-sem-receita</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/glp1-sem-receita</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Peptídeos</category>
      <category>GLP-1</category>
      <category>Medicamentos</category>
      <category>Segurança e efeitos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Quatro riscos concretos: contraindicações que ninguém perguntou, como história familiar de carcinoma medular de tireoide; escalonamento de dose errado, que é a principal causa de efeitos adversos intensos e de abandono; produto de origem irregular, manipulado ou sem cadeia de frio; e perda de massa magra sem ninguém medindo, que prepara o reganho. Nenhum deles é burocrático.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Ondas de choque funcionam para disfunção erétil?</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/ondas-de-choque-funcionam</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/ondas-de-choque-funcionam</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Ondas de choque</category>
      <category>Procedimentos</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Medicamentos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Funciona para um perfil específico: disfunção erétil de origem vascular, de grau leve a moderado, em quem ainda tem alguma resposta preservada. As revisões mostram melhora média modesta e de duração incerta, com protocolos heterogêneos entre estudos. Não é substituto de medicação, não reverte quadros graves e não é indicada para causas neurológicas — e as diretrizes ainda a tratam como terapia em consolidação, não como padrão.</description>
    </item>
    <item>
      <title>O que acontece quando você para o GLP-1</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/parar-de-tomar-glp1</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/parar-de-tomar-glp1</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Emagrecimento com acompanhamento médico</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <category>GLP-1</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Na maioria dos casos, volta em parte. O seguimento do ensaio STEP 1 acompanhou os participantes após a suspensão e encontrou reganho de cerca de dois terços do peso perdido ao longo do ano seguinte, com retorno da maior parte dos benefícios metabólicos ao ponto de partida. Isso descreve o que acontece quando o medicamento sai e nada mais mudou — e é exatamente aí que alimentação, treino e preservação de massa magra decidem o desfecho.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Quanto custa um tratamento com GLP-1 no Brasil</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/quanto-custa-tratamento-glp1</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/quanto-custa-tratamento-glp1</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Emagrecimento com acompanhamento médico</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <category>GLP-1</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>O medicamento é a maior parcela e varia bastante conforme a molécula, a dose e a apresentação — em 2026, as apresentações para obesidade circulam em ordens de grandeza de alguns milhares de reais por mês nas doses mais altas. A conta completa inclui ainda consultas de acompanhamento, exames periódicos e avaliação de composição corporal. Como a dose sobe por etapas, o custo do primeiro mês nunca representa o custo do tratamento.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Reposição hormonal e fertilidade: o que precisa ser dito antes</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/reposicao-hormonal-fertilidade</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/reposicao-hormonal-fertilidade</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Reposição hormonal masculina</category>
      <category>Saúde hormonal</category>
      <category>Testosterona</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Reduz a fertilidade, sim, e frequentemente de forma acentuada. A testosterona externa suprime os hormônios que comandam o testículo, e sem esse comando a produção de espermatozoides cai — podendo chegar à ausência deles no sêmen. Na maioria dos casos é reversível após a suspensão, em prazo que costuma variar de meses a mais de um ano, mas a recuperação não é garantida. Para quem pretende ter filhos existem alternativas terapêuticas, e a escolha muda a conduta desde o início.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Reposição de testosterona engorda ou emagrece?</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/reposicao-testosterona-engorda</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/reposicao-testosterona-engorda</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Reposição hormonal masculina</category>
      <category>Saúde hormonal</category>
      <category>Testosterona</category>
      <category>Composição corporal</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Não como tratamento de obesidade. Em homens com deficiência confirmada, a reposição aumenta massa magra e reduz massa gorda de forma consistente, mas o efeito sobre o peso total costuma ser pequeno, porque uma coisa compensa a outra na balança. Retenção de líquido nas primeiras semanas pode até fazer o peso subir. Testosterona não é medicamento para emagrecer e não tem indicação nesse fim.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Semaglutida ou tirzepatida: qual é a diferença real</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/semaglutida-ou-tirzepatida</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/semaglutida-ou-tirzepatida</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Emagrecimento com acompanhamento médico</category>
      <category>Saúde metabólica</category>
      <category>GLP-1</category>
      <category>Medicamentos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>A semaglutida age em um receptor, o do GLP-1. A tirzepatida age em dois, GLP-1 e GIP. Nos ensaios de referência, a semaglutida na dose para obesidade produziu perda média em torno de 15% do peso em 68 semanas, e a tirzepatida na dose mais alta chegou a cerca de 21% em 72 semanas. Em contrapartida, a semaglutida tem hoje mais dados publicados de desfecho cardiovascular. Ambas são de prescrição e a escolha depende do caso, não do número maior.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Sildenafila ou tadalafila: qual é a diferença na prática</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/sildenafila-ou-tadalafila</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/sildenafila-ou-tadalafila</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Disfunção erétil</category>
      <category>Saúde sexual</category>
      <category>Medicamentos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>As duas são inibidoras da PDE5 e agem pelo mesmo mecanismo. A diferença prática está no tempo: a sildenafila age em cerca de 30 a 60 minutos e dura de 4 a 6 horas, com absorção prejudicada por refeições gordurosas; a tadalafila demora um pouco mais para começar, dura até cerca de 36 horas e é pouco afetada por comida. Nenhuma das duas cria desejo — ambas exigem estímulo sexual para funcionar, e ambas são medicamentos de prescrição.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Testosterona baixa: os sintomas que aparecem antes do exame</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/sintomas-testosterona-baixa</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/sintomas-testosterona-baixa</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Reposição hormonal masculina</category>
      <category>Saúde hormonal</category>
      <category>Testosterona</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Os mais específicos são queda de libido, redução de ereções espontâneas — incluindo as matinais — e perda de pelos corporais. Cansaço, irritabilidade, dificuldade de concentração, perda de massa muscular e aumento de gordura abdominal também ocorrem, mas são inespecíficos e aparecem em várias outras condições. Nenhum sintoma isolado fecha o diagnóstico: ele exige sintoma compatível somado a exame alterado, medido corretamente.</description>
    </item>
    <item>
      <title>Gel, injetável ou chip: como se escolhe a via da testosterona</title>
      <link>https://formanmedicina.com.br/blog/testosterona-gel-injetavel-ou-chip</link>
      <guid isPermaLink="true">https://formanmedicina.com.br/blog/testosterona-gel-injetavel-ou-chip</guid>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:00:00 GMT</pubDate>
      <category>Reposição hormonal masculina</category>
      <category>Saúde hormonal</category>
      <category>Testosterona</category>
      <category>Medicamentos</category>
      <dc:creator>Dr. David de Paula Luiz</dc:creator>
      <description>Não existe uma melhor para todos. Gel diário mantém níveis estáveis e é o mais fácil de suspender, com o inconveniente da aplicação diária e do risco de transferência por contato. Injetáveis têm intervalos maiores e boa adesão, com variação de nível entre as aplicações. Implantes subcutâneos — os chamados chips — são o caso mais delicado: uma vez colocados não podem ser ajustados nem interrompidos, e no Brasil boa parte do que é oferecido com esse nome envolve manipulação sem aprovação sanitária.</description>
    </item>
  </channel>
</rss>
